Veja o line up completo do Lollapalooza Brasil

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Finalmente o line up do Lollapalooza Brasil foi revelado. Na noite de hoje, em primeira mão ao programa televisivo Fantástico, juntamente com uma entrevista exclusiva com a presença do New Order. Logo depois, a produção liberou de forma completa e o line up em seu site (confira imagem acima).

O festival não trouxe grandes novidades do que havia sendo especulado anteriormente. Em relação aos festivais do Chile e da Argentina, as diferenças foram mínimas, sendo trocado o Red Hot Chilli Peppers pelo Muse e incluído os artistas nacionais. Arcade Fire, Nine Inch Nails, Soundgarden e Muse são os headliners do festival.

Mas, ainda se destacam no line up nomes como Pixies, Phoenix, Vampire Weekend, Portugal The Man, Cage The Elephant e Julian Casablancas. Lorde e Jake Bugg representam bem sendo artistas que foram as revelações deste ano. Entre os brasileiros na escalação estão Nação Zumbi, Raimundos, Selvagens a Procura da Lei, Vespas Mandarinas, Apanhador Só, Silva e Lucas Santanna.

A terceira edição do festival acontece nos dias 5 e 6 de abril, do próximo ano, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Ingressos:

O Lolla Pass, que dá acesso aos dois dias de festival, será vendido em lote limitado por R$ 540 (inteira) e R$ 270 (meia-entrada), a partir de 19 de novembro. Entradas para um dia de festival serão comercializadas a partir de 21 de novembro. O primeiro lote custará R$ 290 (inteira) e R$ 145 (meia-entrada). O segundo lote sairá por R$ 350 (inteira) e R$ 175 (meia-entrada). A venda será através da Ticket For Fun, pelo telefone 4003-5588 e pelos pontos de vendas.

Divisão por dias:

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Confira o line up do Lollapalooza Chile e Argentina

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Acaba de vazar na internet os line ups do braço argentino (acima) e chileno (abaixo) do Lollapalooza 2014. Os anúncios oficiais foram na noite de ontem nas fanpages dos festivais. Na escalação presente nas imagens, a boateira acertou grande parte das atrações, como Red Hot Chili Perppers, Arcade Fire, Nine Ich Nails e Soundgarden entre os headliners. Porém, só teremos certeza das atrações do Lollapalooza Brasil em breve, isso porque, o anúncio apenas será feito no dia 11 de novembro de forma oficial. Mas, como de praxe, grande parte dessas atrações estarão presentes no Lolla BR.

Lolla Chile

Vídeos:

Saiba as atrações confirmadas no Lollapalooza Brasil segundo jornalista

Após diversos supostos line ups do Lollapalooza Brasil, vamos aos poucos conhecendo algumas atrações da edição de 2014 do festival, pela mão do jornalista José Norberto Flesch (@jnflesch) do Destak (destakjornal.com.br). Em seu twitter, na noite desta segunda-feira (28), Flesch confirmou algumas atrações Lolla Brasil e divulgou informações do Lolla Chile e Argentina. Veja:

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Cobertura: Lollapalooza Brasil, terceiro dia

Neste terceiro dia, começamos o festival com o grupo Foals. A banda veio pela terceira vez ao Brasil apresentar músicas de seu novo disco Holy Fire e executar seus melhores hits. O show iniciou-se às 15h15 no palco Butantã, com a primeira faixa “Prelude” do recente trabalho, logo após, conferimos duas do disco Antidotes,  “Balloons” e a ótima “Olympic Airways”. O show foi se sucedendo dessa forma, músicas do Holy Fire em meio ao repertório de hits dos dois primeiros discos. Continuar lendo

Cobertura: Lollapalooza Brasil 2013 – segundo dia

Então é chegado o sábado, o segundo dia do festival, o  mais recheado de atrações imperdíveis. Esta pessoa que vos escreve se programou e se preparou muito psicologicamente antes de seguir para o Jockey Club em São Paulo neste dia. Desta vez, no lugar de encontrar um clima nublado com chuva e lama, encontramos um sol escaldante e uma surpreendente apresentação no primeiro show que assisti, o projeto note americano de chillwave, Toro Y Moi, às 14h30.

O frontman Chazwick Bundick e sua banda de apoio, que forma o Toro Y Moi, tiveram a missão de iniciar a tarde do palco cidade jardim com seu show. O grupo não fez feio, em sua segunda vinda ao Brasil (a primeira foi no Planeta terra de 2011) realizaram um show repleto de músicas de seu novo disco, Anything In Retur, já iniciando tudo com uma faixa do álbum citado: “Rose Quartz” . O show agradou tanto o público que conhecia o trabalho do grupo, quanto os curiosos que chegaram cedo, com um clima extremamente dançante e ensolarado. Dessa vez, diferentemente de quando veio ao Festival Planeta Terra e teve que competir com grupos como Beady Eye e Strokes, não estava havendo qualquer outro concerto no mesmo horário. Não podemos deixar de destacar ainda na apresentação as faixas “Say That”, “So Many Details”, “Never Matter” e “Still Sound” que funcionaram bem no quesito ao vivo.

Logo após o Toro Y Moi, decidi reservar meu lugar ainda mais próximo ao mesmo palco que logo mais se apresentaria o Two Door Cinema Club, logo por isso, perdi o show do grande bluseiro Gary Clark Jr, mas em festival de grande porte você tem abdicar de algum show para pode conferir outro mais de perto.

O Two Door Cinema Club tinha tudo para não ser um show surpreendente, seu novo álbum Beacon (2012) não agradou muitos fãs do grupo que preferiam as guitarras de seu primeiro álbum Tourist History (2010). Mas não é que as músicas do Beacon funcionaram muito bem ao vivo! O grupo começou com o primeiro single do mais novo trabalho “Sleep Alone”, que levou o público do festival ao delírio. Sim, a setlist do show mesclou bem as faixas dos dois discos de uma forma inteligente, e o público não morgou em momento algum. O Alex Trimble, frontman do grupo, dominou seus fãs sempre pedindo mais palmas, estralos de dedos e muita participação. O que mais me surpreendeu foi o nível técnico e profissional dos jovens rapazes que formam o grupo.

Passado o show do 2DCC, foi a vez do falado confronto Alabama Shakes x Franz Ferdinand. Eu mesmo não pensei duas vezes, corri para pegar meu lugar próximo ao Palco do Franz. Desde que conheço a banda – por volta de 2006, ao escutar “Tell Her Tonight” no jogo Fifa 2005 – ansiava por vê-los ao vivo. Certo, o Franz se apresentou muitas vezes em São Paulo, mas nunca tive a oportunidade de conferi-los, por morar no nordeste. Sim, foi só eu me deslocar para o sudeste, a fim de conferir o Franz no Lollapalooza, que eles fizeram um show no Recife!!! Mas voltando ao show do Lolla, Right Action, Franz Ferdinand!, estava escrito no telão e o show começou com “No You Girls” seguida da nova “I’ll Never Get Your Bullet Out of My Head”. A apresentação foi seguindo desta forma, uma mistura entre clássicos dos três álbuns de estúdio com as músicas do novo trabalho do grupo, previsto para ser lançado ainda neste ano. Se o Franz Ferdinand se preocupou em não fazer um show igual às outras vezes em São Paulo, fez bem, porque os fãs ali ganharam o presente de conferir as novas músicas, sendo elas sete, “Fresh Strawberries”, “The Blackpool Illuminati”, “Stand on the Horizon”, “Evil Eye”, “Good Bye Lovers & Friends”, “Trees & Animals”. As clássicas “Dark Of Martini”, “Michael” e “Walk Away” não foram esquecidas no set list do grupo, claro. Poderia dizer que o ponto alto do show foi em “Take Me Out”, mas surpreendente de verdade foi a versão diferenciada de “Can’t Stop Felling”. O show foi encerrado com as música “The Fallen” e “This Fire”.

Em seguida, sem nem descansar dos outros dois últimos shows dançantes, briguei sem ter muito sucesso para alcançar um bom lugar no show do Queens Of The Stone Age. No caminho, vi de longe no telão o grande Josh Home, catando o refrão “Whatever you do… Don’t tell anyone” da musica, “The Lost Art Of Keeping A Secret”. Em seguida o grupo emendou o hit “No One Knows” levando todos a loucura – o que vi de fã gastando toda a sua voz gritando nessa música não foi brincadeira – . A apresentação ainda seguiu com “First It Giveth”, “Sick, Sick, Sick” e “Burn the Witch”. Logo rolou um uma introdução Jam Session e depois “Monsters in the Paraso”l, “Hangin’ Tree”, e a romântica “Make It Wit Chu”. Para a sorte dos fãs brasileiros, “My God Is the Sun” foi tocada pela primeira vez ali, tendo logo após a clássica “Little Sister”, “Better Living Through Chemistry”, “Do It Again“, e ainda para finalizar “Go With the Flow” e “A Song for the Dead”.

O show foi um passeio na discografia do grupo, teve músicas de quase todos os álbuns, mas apesar de tudo, terminou com a sensação de quero mais. O tempo dado pelo festival para o QTSA não honrou a história que o grupo possui. Digamos que conferimos apenas a metade das inúmeras canções marcantes que eles possuem. Quem ali não ficou esperando um encore com pelo menos  “Feel Good Hit Of The Summer” e “3s and 7s”? Ainda vale ressaltar que o show foi o primeiro do grupo desde de 2011 e teve a presença de Jon Theodore na bateria.

Você deve estar se perguntando neste momento, mas já o show do Black Keys? Sim, caro leitor, eu já pude conferir o show do Criolo duas vezes, uma no Planeta Terra 2011, e outra no festival pernambucano Rec Beat em 2012, e adivinha, o cara continua fazendo sucesso – com o mesmo show e mesmo disco! – Sim, Criolo é divertido e performático; você pode ler aqui como é um show completo do cantor, sem o tempo corrido que festivais dão aos artistas. O momento foi oportuno para aproveitar um pouco, descansar e assegurar um bom lugar no show do Black Keys.

O Black Keys veio pela primeira vez ao Brasil, e de cara foi o headliner do Lollapalooza Brasil. O grupo não desmereceu a posição. Fez um show para fã nenhum colocar defeito, mas para os não-fãs ficarem com aquela frase na língua “O headliner deveria ser o QTSA, essa banda nem faz show digno de festival”. Ok, frase dita, precipitadamente,  por um cara que ficou ao meu lado, com a tatuagem do Chê-Guevara – ele queimou a língua tentando acompanhar a galera sem conhecer muito bem músicas da banda – e no fim: “essa banda até que é boa”. Bom, voltando ao sensacional show do Black Keys, o grupo fez um set list baseado em músicas dos seus dois discos, o Brothers (2010) e o El Camino (2012), mas ainda tocaram músicas de Attack & Release (2008), Rubber Factory (2005) e Thickfreakness (2003). O show iniciou com a ótima tríade “Howlin’ for You”, “Next Girl” e “Run Right Back”, teve altos momentos como em “Little Black Submarines” e “Your Touch”, e terminou com mais uma boa tríadeTighten Up” “Lonely Boy” “I Got Mine”, ao todo 20 faixas.

O que percebi durante a apresentação foi o seguinte: o Black Keys fez um grande sucesso, talvez seja a banda que mais foi falada desde 2010, mas mesmo assim ainda não conseguiu fazer seus fãs se voltarem para os trabalhos antigos. Muita gente ao meu lado só sabia as músicas do El Camino e Brothers, na hora das músicas dos outros álbuns ficavam sem entender que a banda tinha mais músicas. Bom, para quem conhecia o duo de verdade, foi um show para sentir orgulho e satisfação, mas para os que não conheciam, é melhor correr logo escutar tudo antes da próxima vinda deles.

Flaming Lips, a apresentação no Letterman e o novo clipe

Além de tocar Terror nos fãs do The Killers no show do Lollapalooza Brasil (leia a cobertura do primeiro dia do festival aqui), o grupo mostrou suas músicas novas no programa de talk show do David Letterman. Wayne Coyne e sua trupe apresentaram para a TV americana o seu novo show performativo, com direito ao bebê que sai luzes e tudo. O disco The Terror foi lançado oficialmente nesta semana, o Flaming Lips apresentou a faixa “Look… The Sun Is Rising”. 

O clipe citado na manchete do post é da música em parceria com o Bon Iver, chamada ” Ashes In The Air”, presente no disco de colaborações The Flaming Lips and Heady Fwend. O clipe é tão viajoso quanto o novo show do Flaming LipsJustin Vernon (Bon Iver) encarnado em um bebê bizarro, carregado por um astronauta cheio de luzes e com um olho capacete. Confira:

Especial: As bandas que você não pode perder no Lollapalooza Brasil (III)

Kaiser Chiefs

Os ingleses do Kaiser Chiefs, já completando 10 anos de banda,  e com 5 discos na bagagem se apresentarão no último dia do festival , e com certeza o que não vai faltar é música nova para o público. Além de faixas bastante conhecidas com refrões que não saem da cabeça dos fãs como “Ruby”, e  “I Predict A Riot” , eles certamente vão apostar  nas músicas do álbum lançado ano passado , o  Start The Revolution Without Me , que tem faixas menos agitadas , porém muito boas como “Little Shocks”.  A única vinda dos caras ao Brasil foi há 5 anos , e eles tem boas expectativas em relação a recepção do público.

Vivendo do Ócio

A banda baiana Vivendo do Ócio, que tem 7 anos de estrada , vem ganhando reconhecimento a cada dia , fazendo grandes turnês por todo o Brasil  com seus riffs grudentos e eletrizantes. Realmente, o show deles é de lavar a alma , pois conseguem se sintonizar muito bem com o público , e ninguém consegue ficar sem cantar nenhum momento.  O grupo se apresentará no dia 31 , e com certeza vão tocar músicas consagradas como “Nostalgia” e “Silas” (do álbum O Pensamento É Um Ímã de 2012) , e também hits do disco mais antigo Nem Sempre Tão Normal como “Terra Virar Mente” e “Meu Precioso”.

Alabama Shakes

A banda americana Alabama Shakes ,  tem  uma formação muito recente e um  1 álbum lançado , o  Boys and Girls (2012) , mas já vem conquistando seu público com um som bem característico do sul dos Estados Unidos , o Southern rock e o Soul ,que vem com uma proposta da mistura do som antigo , com alguns toques modernos, e lembra muito bandas como Creedence Clearwater Revival. Com  uma vocalista muito bem afinada e potente , a Brittany Howard, a banda define o seu próprio estilo.

The Temper Trap

Com material relativamente recente, os integrantes do The Temper Trap vem ao Brasil mostrar suas músicas ricas em efeitos, e extremamente melódicas.  A banda vem gradativamente ganhando cada vez mais reconhecimento no cenário indie rock mundial , e vai ser no Lollapalooza que muitos brasileiros conhecerão hits como “Sweet Disposition” do primeiro disco , e também “Need Your Love”  ou “Trembling Hands” , singles do álbum mais recente , que foi batizado com o próprio nome da banda.

Pearl Jam

Banda com muita experiência e respeitada em grandes festivais, o Pearl Jam vem ao Lollapalooza como uma das atrações principais, e vão apresentar um amplo repertório, fruto de mais de 20 anos de banda. O público pode esperar para ver músicas bem manjadas da época de ascensão do movimento grunge como ”Black” ou ”Even Flow” do álbum Ten , ou “Dissident” do disco Vs. Com toda certeza está sendo um dos shows mais esperados e talvez o que mais atraia o público presente no útlimo dia de festival.